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Qual material usar na divisória entre cozinha e área de serviço?

28 de julho de 2014 em Dicas de Reforma

Encontrar imóveis em que a cozinha e área de serviço são entregues como um ambiente único é uma situação cada vez mais comum, visto que ocorre uma crescente valorização do metro quadrado e ao mesmo tempo, uma compactação da área útil.

Para imóveis com este projeto, o ideal é utilizar pisos e revestimentos iguais nos dois ambientes para ressaltar a ideia de amplitude.

Existem alguns imóveis que possuem colunas delimitando naturalmente esses dois ambientes, e estas por sua vez, não podem ser removidas por afetarem a estrutura, então a saída é investir em revestimento diferenciado ou objetos decorativos. Também é comum encontrar divisões de cozinha e área de serviço é feita por meia parede de alvenaria ou drywall e até mesmo pedras como granito.

Caso você prefira um fechamento integral, não se esqueça de observar a ventilação e iluminação natural dos dois ambientes, utilizando materiais translúcidos.

O vidro é uma ótima opção. Ele possui vários tipos, diversos acabamentos e ainda resolve o problema da falta de espaço. Uma outra alternativa é a porta de alumínio, uma das formas mais utilizadas, por não ocupar a quantidade de espaço que uma parede ocuparia.

Jamais utilize madeira como divisória entre a cozinha e área de serviço, pois ela inflamável e não pode ficar perto do eletrodoméstico. Além do risco de incêndio devido ao calor, a umidade do vapor que sai do forno danificaria a divisória, mesmo se for revestida.

 

Fonte: Cores da Casa | Casal Abril

É madeira, pedra ou bambu? É cimentício!

21 de julho de 2014 em Dicas de Decoração, Dicas de Reforma

Além de serem ecologicamente corretos, os revestimentos cimentícios podem substituir materiais naturais com extrema perfeição e muito mais resistência.

A tecnologia é amiga da decoração. Com moldes precisos, a indústria de revestimentos conseguiu recriar texturas, volumes e cores de materiais naturais como pedra, madeira e bambu, usando o piso cimentício, feito a partir de concreto. Dá para revestir ambientes internos quanto externos – sendo apenas necessário a impermeabilização especial caso fiquem expostos a sol e chuva – e até mesmo paredes.

As vantagens vão além da riqueza de detalhes, que tornam a réplica perfeita, chegando até a praticidade da lavagem, que pode ser feita jogando apenas água de balde. Confira umas ideias de como e onde usar estes cimentícios e algumas dicas de instalação e manutenção desse revestimento tão versátil.

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Cimentício e piscina combinam sim! Neste ambiente foi utilizado piso imita mármore travertino, já que, além de ser antiderrapante, não reter muito calor e ser bastante resistente, ele é ecologicamente correto. As peças curam sem auxílio de forno e o processo de fabricação não é poluente.  Além disso, são artesanais, o que dá ainda mais fidelidade ao resultado. Dica de instalação: o contrapiso deve estar com cura superior a 14 dias, bem nivelado e sem resíduos de pó ou sujeira.

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Para demonstrar que há possibilidade de brincar com este material, usando um pouco de criatividade, neste jardim interno, os “dormentes” de cimento e até as jardineiras elevadas foram revestidos  com piso que imita madeira. É recomendável a aplicação de cera protetora uma ou duas vezes ao ano, para garantir um piso sempre bonito. Já na parede foi utilizado um cimentício que remete ao aço inoxidável,  que também pode ser usado na parede da sala de jantar, hall, escadaria, e onde mais sua imaginação permitir.

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Para atender ao desejo do cliente de ter um banheiro mais despojado, com ar industrial, utilizou-se um cimentício que parece tijolo aparente. A principal vantagem de uso deste material é em relação a sua profundidade, pois que ele só possui  1 cm, não ocupando muito espaço enquanto o tijolinho tradicional possui no mínimo, 4,5 cm de espessura. Com o tratamento de impermeabilização pós instalação, a manutenção é praticamente zero, basta limpar com água e sabão neutro. Dica para áreas externas: uma ducha de alta pressão com jato leque ajuda a remover sujeiras mais difíceis.

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O piso deste home theater, que possui um acabamento ímpar, realmente parece madeira de demolição. Esse ambiente também faz parte do complexo de lazer dos moradores, onde inclui uma piscina, tornando o cimentício o revestimento mais adequado. Por ser fabricado em formato de dormente, este revestimento pode ser utilizado como piso, deck, painel na parede imitando um ripado, e o que mais a sua mente criar.

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A cozinha da área de lazer ganhou ares de fazenda com os dormentes de cimentício, que arrematam as placas imitando cimento alisado. Apesar da escolha, este material não é o mais apropriados para espaços gourmet, pois podem reter gordura e até manchar. Dica de manutenção: para evitar manchas na hora da limpeza, só o básico já resolve: água e sabão. Jamais utilize produtos de base ácida ou álcool.

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Nesta parede, o revestimento que imita pedra foi criado por uma designer de superfícies, inspirado nas imagens aéreas de áreas montanhosas e rochosas. Dica de instalação: quando o revestimento for de parede, como este, o peso do material pode dificultar um pouco o assentamento das peças. Portanto, é importante utilizar argamassa mais forte e adequada ao modelo escolhido.

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As pedras-palito também podem ser encontradas na versão cimentício. Neste modelo, cada tira tem 2 cm e o resultado é tão fiel quanto nas imitações de outros tipos de pedra ou de madeira. Dica de manutenção: para revestimentos como este, próprio para paredes, se ele for instalado em área externa, vale colocar uma pingadeira para protegê-lo da água da chuva.

Até bambu pode ser recriado com perfeição usando a tecnologia dos cimentícios. Diferente dos filetes de pedra, este modelo aqui vem em placas quadradas. Dica de instalação: para evitar danos às peças, a colocação dos cimentícios deve ser a última etapa da obra, inclusive depois do paisagismo.

 

Fonte: Casa Abril

 

Como organizar os sapatos em pouco espaço

14 de julho de 2014 em Dicas de Conservação, Dicas de Decoração

Guardar os calçados é sempre um dilema, por isso, separamos algumas dicas inovadoras para você criar uma área extra e assim armazenar seu salto alto e o tênis preferido, mantendo tudo organizado!

Para colocar seus calçados no armário, o ideal é dar uma boa limpeza antes, pois eles levam para casa a sujeira da rua. Além de limpar a sola com pano úmido e desinfetante, deixá-lo arejar fora do móvel por pelo menos 24 horas, tempo necessário para tirar a umidade da palmilha. Outra dica valiosa é manter a porta da sapateira aberta durante o dia.

Armazene seus pares de sapato baixo no estilo macho e fêmea (calcanhar sobre ponta), Desta forma, cabem dois no lugar de um.

A fim de evitar o surgimento de odores, alguns arquitetos sugerem uma receitinha caseira. Basta aplicar bicarbonato de sódio ou talco antisséptico no interior do sapato e, depois, retire o excesso com um pano seco. O processo reduz a proliferação das bactérias causadoras de mau cheiro.

Home centers são ótimos locais para encontrar organizadores que fazem render o espaço, como prateleiras aramadas, casulos de plástico ou madeira e até uma espécie de bolsa com divisórias para pendurar atrás de portas. Arquitetos e profissionais de decoração também indicam uma caixa de tecido rígido em formato de mala, com divisões internas e tampa de plástico, pois além de ocupar pouco espaço, a peça ainda pode ser colocada sob a cama.

Outra ideia interessante é instalar desumidificadores de ar elétricos nos armários, próprios para o interior de móveis. Esses aparelhos possuem ação antimofo, o que contribuem para a conservação dos calçados, aumentando sua vida útil.

Incremente o jeito como você guarda os calçados, instalando prateleiras deslizantes num armário já existente. Elas permitirão uma melhor visualização dos modelos. Porém é necessário consultar um marceneiro para saber se a estrutura do móvel aguentará estas novas ferragens.

 

Fonte: Casa Abril | M de Mulher

Seu closet organizado em 5 passos!

7 de julho de 2014 em Dicas de Conservação

Com as mudanças de estação aquelas roupas que você não via há meses simplesmente voltam a fazer parte do seu dia. E o resultado disso é o perfeito caos dentro de armários, gavetas e cabides.

Às vezes isso acaba acontecendo, mas e aí, como sair do meio dessa bagunça? Confira algumas dicas de como manter as suas roupas na mais perfeita ordem.

1. Calças, shorts e saia sempre pendurados
Qualquer peça que é dobrada e que fica guardada por algum tempo  pode desenvolver marcas e até mesmo descoloramentos, ocasionados pela falta de luz. Assim, para evitar ter que passar ou lavar a roupa novamente antes de utilizá-la, a melhor opção é pendurar as roupas em cabides apropriados. Saias, que costumam ser de um tecido mais liso e leve, podem ser penduradas em cabides antiderrapantes por exemplo.

2. Por cor ou estação?
Se você tem espaço separar as peças usando as duas opções otimiza a sua organização: No inverno, pode separar aqueles casacos que mais utiliza e colocá-los mais à frente. Isso vai facilitar na hora de retirar a roupa que procura no closet. Já a separação por tonalidades e cor é o segundo passo, que você deve fazer depois de separar as peças por estação. Essa organização facilita na hora de procurar aquela roupa específica que você pretende usar naquele compromisso inesperado.

3. E as bolsas?
Sempre de acordo com o tamanho, para não estragar o formato e as alças da peça. Aquela bolsa pequena, geralmente as de festa, com alças frágeis ou muito finas, podem ser guardadas em uma gaveta. As bolsas que são utilizadas com maior frequência devem ficar penduradas na frente para facilitar a remoção no momento do uso.

4. O número certo de gavetas e portas
Não há regras, mas o mínimo em um gaveteiro seriam 3 gavetas. Mesmo que a pessoa ache que precise só de duas, sempre esperamos que o número de roupas e acessórios aumente, então é bom deixar um espaço livre. No restante, o estilo de vida de cada um e logicamente o orçamento disponível orienta o projeto.

5. Organizar sem mudar tudo
Aposte em caixas organizadoras. Elas permitem que você guarde objetos de tamanhos irregulares, que diferem entre si em questões de tamanho e até mesmo categoria, indiferente do espaço que tenha. Mas caso a pessoa tenha pouco espaço disponível e queira guardar roupas, por exemplo, o ideal é guardar nas caixas as peças de menor utilização.

 

Fonte: M de Mulher

Rodapés: Veja como limpá-los.

30 de junho de 2014 em Dicas de Conservação

Existem vários tipos de rodapé e para fazer a limpeza ideal, cada um possui um jeito específico e de preferência uma vez por mês.

MDF

Prepare um balde com água e detergente líquido. Passe no rodapé e, em seguida, um pano úmido com vinagre branco para dar brilho na madeira. Passe um pano seco, depois. Lembrando que se na casa tiver aranhas, um pouco de querosene é uma boa pedida para afastá-las.

Gesso

Use pincel, espanador ou flanela – que esteja limpa e seca -, ideais para retirar a poeira sobre a superfície do gesso. Jamais deve-se usar água na limpeza, pois o gesso é poroso, e não resiste muito bem à água. Faça essa limpeza semanalmente.

Evite impacto, pois o gesso pode quebrar ou se soltar. Também evite, ao máximo, utilizar água sobre o material, até mesmo um pano umedecido.

Madeira

Utilize o aspirador com o acessório de escova. É preciso apenas varrer rapidamente, ao longo do rodapé, principalmente na borda superior, onde a poeira se assenta. Em seguida, limpe usando um pano umedecido em água. Se não tiver o aspirador, passe uma vassoura de pelo e, depois, o pano úmido.

Plástico

Nesta categoria entram os rodapés feitos em EPS (Poliestireno Expandido) e PVC. Para limpar, utilize uma esponja, com detergente neutro ou sabão de coco. Esfregue-os levemente com a parte macia da esponja, depois passe um pano úmido, para retirar o excesso de sabão.

Cerâmicas e porcelanatos

Para limpar rodapés em material cerâmico não é preciso gastar muito tempo e dinheiro. Bastam água, sabão ou detergente neutro e um pano seco. Não aplique ácido, palhas de aço ou materiais abrasivos. Após a limpeza, seque o revestimento com um pano de algodão.

Pedra

Não utilize água nem produtos abrasivos, ácidos ou alcalinos. Apenas uma vassoura de pelos ou um pano seco serão suficientes para fazer a limpeza deste tipo de rodapé.

Que produtos devem-se evitar?

Enquanto estiver limpando, não use esponjas mais duras, panos secos (o atrito pode danificar acabamentos mais sensíveis), detergentes e outros materiais abrasivos.

 

Fonte: Extra | Blog Coisa de Amanda

Acabamentos em gesso

24 de junho de 2014 em Dicas de Decoração, Dicas de Reforma

Ele conquistou espaço significativo na construção civil, tem encurtado o tempo e o minimizado o custo das obras com acabamentos funcionais e lindos!

O gesso é mais em conta que revestimentos comuns, têm secagem mais rápida, melhor acústica e muitas outras vantagens. O que pode na verdade tornar um trabalho desses caro é a mão de obra especializada. Saiba aqui as principais vantagens do acabamento em gesso, inspire-se com fotos e confira um guia de boas lojas do ramo.

Seja para rebaixar o teto, decorando salas, quartos, cozinha, empresas, como divisórias de ambientes ou ainda para produzir acústica, as vantagens do gesso são muitas, uma excelente boa opção de acabamento para quem está construindo. Porém algumas dúvidas ainda dificultam a escolha entre o gesso e o acabamento convencional!

Acabamento em gesso ou reboco? Vejamos as diferenças entre um e outro:

Etapas: O acabamento em gesso tem apenas uma aplicação e a superfície fica pronta para pintura, enquanto que o acabamento convencional precisa de três demoradas etapas.

Preço: O acabamento em gesso costuma custar até 1/3 do valor do acabamento convencional.

Tempo de secagem: O gesso está pronto para receber a tinta em 7 dias, enquanto que o convencional leva até 40 dias, dependendo das condições do tempo. Em todos os quesitos, as vantagens do gesso no acabamento se sobressaem ao acabamento convencional.

Outra dúvida que surge é entre o gesso decorativo e o acartonado.

O gesso decorativo, como o próprio nome diz, é usado como acabamento fino e requintado, criando um “ar contemporâneo” ao ambiente seja no teto ou em divisórias, o principal objetivo é produzir beleza, já o acartonado é mais funcional. Consiste em uma placa fina de gesso usada para revestir paredes já niveladas, a fim de obter uma acústica bastante interessante para estúdios de som, salas de tv, entre outros.

Algumas dicas que sempre são recomendadas:

1. Utilizar forro de gesso para distribuir a iluminação dos ambientes, que deve ser pensado juntamente com o projeto luminotécnico, planejando os detalhes que valorizem o ambiente.

2. Antes da aplicação do forro, contratar um técnico eletricista para distribuir toda a fiação elétrica e/ou cabos de som e, se houver ar-condicionado, a tubulação também deverá ser instalada antes.

3. Aproveitar a utilização do forro de gesso para incluir alguns detalhes e desenhos diferentes, com cortes e molduras, ao invés de usar apenas o gesso liso.

4. Usar desenhos no forro para delimitar os ambientes, assim é possível separar, por exemplo, o espaço da sala de jantar e de estar de uma forma sutil.

5. Para um melhor acabamento, o projeto de forro deverá prever molduras ou tabica (espaço de 2 cm entre a parede e o forro).

6. Procurar conhecer os trabalhos já executados pela empresa a ser contratada para aplicar o gesso, a fim de avaliar a qualidade do serviço.

7. Verificar se a empresa contratada encarrega-se da remoção do entulho, ou se ficará a cargo do cliente a contratação de uma empresa fornecedora de caçamba que dê o destino correto ao resíduo produzido.

8. Liberar o espaço de trabalho e forrar o piso com papelão ondulado, além de solicitar ao gesseiro que limpe o local após a execução da obra.

9. Trabalhar com rebaixo de teto de 15 cm no mínimo, para que se possa utilizar iluminação embutida.

10. Contratar um bom profissional de pintura, para que o gesso tenha um bom acabamento.

 

Fonte: Revista em Casa

 

Descubra como lidar com o tempo seco

16 de junho de 2014 em Dicas de Conservação

Umidade, poeira, gás de fogão, substâncias químicas usadas nos produtos de limpeza, nos plásticos, nos móveis e até em materiais de construção contribuem para poluir o ar que respiramos em locais fechados, deixando-o até cinco vezes pior que o das ruas. Substâncias de nome complicado – como formaldeído, hidrocarbonetos e outros – são as responsáveis por isso. Você não precisa decorar esses nomes, mas é importante conhecer de onde essas substâncias vêm para combater seus efeitos.

O principal vilão está na cozinha…

Quando o bico do fogão a gás está desregulado, a combustão da chama não se completa, produzindo monóxido de carbono. Um importante sinal de alerta é quando a chama amarelar e formar um tipo de fuligem que faz a panela ficar preta. O risco aumenta em locais pouco ventilados. Quem tem aquecedor a gás também deve prestar atenção e regulá-lo.

Milhões de ácaros no colchão!

O ar das ruas de tráfego intenso e o tabaco – do cigarro que você fuma ou até mesmo o do seu vizinho – também levam poluição para dentro de casa. Ali, a poluição se une a ácaros, fungos, bactérias e diversos materiais de origem biológica que se concentram principalmente onde há acúmulo de umidade, bem como em colchões, travesseiros, tapetes, cortinas, sofás, bichos de pelúcia e roupas. Segundo especialistas, é possível haver até 10 milhões de ácaros de 18 espécies diferentes em um só colchão, por exemplo.

Em casa, controle os poluentes!

Abaixo estão listados alguns hábitos saudáveis que você deve adotar a partir de hoje:

. Deixe o ar ventilar por todos os cômodos para reduzir a umidade;
. Espere um tempo antes de arrumar a cama. Assim, o colchão “respira”, diminuindo os ácaros;
. Na limpeza, evite vassouras e espanadores. Prefira pano úmido;
. Não deixe dentro de casa a lata com o lixo. Isso aumenta em sete vezes a quantidade de bactérias e fungos na poeira caseira;
. Troque e lave a roupa de cama uma vez por semana e jogue água quente ao enxaguá-las;
. No banheiro, local de muitos ácaros, proteja a escova de dentes;
. Nunca armazene roupas em sacos plásticos. Prefira os de TNT, à venda em papelarias;
. Conserte vazamentos e infiltrações para evitar mofo.

Use as forças da natureza!

Cada um pode fazer a sua parte para diminuir a ameaça dos poluentes em casa. Uma boa dica é ter por perto plantas com capacidade de atrair poluentes e desviá-los de nós. Segundo cientistas, as folhas têm propriedades naturais que funcionam como uma barreira que, de certa forma, acabam nos protegendo da poluição. Entre as listadas, você poderá escolher: dracena-de-madagascar; clorofito ou gravatinha; espada-de-são-jorge; palmeira-ráfis; palmeira-bambu e jiboia.

Importante lembrar que:

. Na parte da manhã, ventile sempre os cômodos, mesmo em dias frios, para evitar o aumento de ácaros, fungos e bactérias…
. Se você tem animais, cuidado com as plantas! Algumas podem ser venenosas para bichinhos curiosos.

 

Fonte: M de Mulher

A hora do laminado!

9 de junho de 2014 em Dicas de Conservação, Dicas de Reforma

Com ajudas tecnológicas, estes tipos de pisos passaram a reproduzir com perfeição texturas, nuances e até os veios da madeira natural. Por isso, preparamos este post para você poder tirar suas dúvidas sobre este revestimento.

Quais as vantagens?

Entre arquitetos e designers de interiores, a resposta é unânime: não há revestimento com tamanha facilidade de instalação e manutenção, e ainda oferecem  uma gama de padrões. Por ser um piso flutuante, as réguas são colocadas apenas com cola ou encaixe de clique. Sem sujeira, instala-se tudo num dia e, no outro, pode-se circular pelo espaço. Além do mais, trata-se de uma alternativa sustentável, pois são produzidos de florestas certificadas pelo Conselho de Manejo Florestal.

Posso usá-lo em áreas molhadas?

Uma das desvantagens do laminado está no fato de ser contraindicado para banheiros, cozinhas e lavanderias. Como este revestimento possui miolo de madeira, que acaba sofrendo mudanças e estufando com água, da mesma forma que ocorre com assoalhos e tacos naturais.

Ele custa muito caro?

Com baixo custo, podendo chegar até 1/3 menos do que o de um assoalho de madeira, a procura pelo laminado é grande.  No quesito durabilidade, os fabricantes oferecem garantias entre 5 e 16 anos, dependendo do modelo e da marca. Ao escolher, precisa-se observar a classe de abrasão, que vai de AC2 a AC5. Casas são consideradas áreas de baixo tráfego. “AC2 ou AC3 bastam”, orientam os arquitetos.

Que avanços o produto teve nos últimos tempos?

Hoje, a tecnologia já permite criar  ranhuras e relevos nas superfícies, mas também existem outros upgrades disponíveis em algumas marcas, como por exemplo, proteção contra microrriscos e bactérias e a propriedade antiestática, que evita o acúmulo de poeira.

Como deve ser o contrapiso? Posso instalar o laminado sobre outros revestimentos?

Para não correr o risco de o piso se soltar, empenar ou manchar, vale ter cuidado extra na preparação do contrapiso. Ele deve estar seco (a cura do cimento leva cerca de 30 dias), limpo, nivelado e isento de umidade. Sim, o laminado pode recobrir materiais existentes e, por ser pouco espesso, é um dos raros revestimentos que permitem essa façanha sem mexer na altura de portas.

Trata-se de uma opção imbatível numa reforma rápida ou em caso de imóvel alugado. As réguas colocadas com cliques têm a vantagem de serem retiradas e transferidas facilmente para outro endereço. Mas atenção: a cada 1,5 m de extensão, o desnível do contrapiso só deve variar até 3 mm, podendo ser corrigido com a manta acústica. Caso contrário, será preciso passar uma nata de cimento.

Eu mesmo posso assumir a colocação?

Prefira contratar instaladores experientes. Um erro comum está na junta de dilatação, obrigatória em todo o perímetro da parede. Como o revestimento tende a dilatar ou contrair, vale deixar entre 0,8 e 15 mm entre o piso e a alvenaria, conforme indica o fabricante. Esse espaço fica escondido sob o rodapé.

Como impedir o “toc toc” dos sapatos?

Evite esse problema com o uso de mantas acústicas, geralmente feitas de EVA ou polietileno, entre o laminado e o contrapiso. Elas absorvem os ruídos.

É fácil manter o laminado? Devo encerá-lo?

Pano umedecido em água (muito bem torcido) e detergente neutro, vassoura de cerdas macias ou aspirador de pó bastam para a limpeza. Evite materiais cortantes e ásperos, como lixas, palhas de aço e esponjas dupla-face. Esses itens não só danificarão o piso como também implicarão na perda da garantia. Encerar é contraindicado, pois o produto não será absorvido e ainda dificultará a faxina. Assegure a longevidade adotando feltro nos pés dos móveis e rodízios de poliuretano, já que os de náilon são abrasivos.

O que fazer para acabar com as sujeiras difíceis?

Se houver mancha de cola, os fabricantes costumam sugerir removedor de esmalte ou uma solução de 50% de água morna e 50% de álcool. Para retirar tinta, verniz ou graxa, costuma-se recomendar aguarrás, tíner ou querosene, materiais oleosos que, na sequência, requerem a aplicação de um pano com água e sabão neutro a fim de dissolver a gordura.

Comparando laminado vs. madeira:

O primeiro é mais fácil de colocar e limpar, enquanto as tábuas maciças e os tacos exigem muitos cuidados na instalação e manutenção, como por exemplo, rejunte, cera e resina. Mas são clássicos e apresentam uma beleza autêntica.

O aconchego incomparável do material natural configura mais uma qualidade destacada pelos profissionais.

Outras imitações

Se você deseja trazer a sensação de acolhimento para dentro de casa, há diversas opções de revestimento, além do laminado, que reproduzem com maestria a aparência da madeira natural. Um deles é o porcelanato, que, nos últimos anos, passou a contar com a tecnologia da impressão digital em alta definição. Agora, as placas não só imitam as medidas de tábuas corridas como também exibem texturas e nuances de diversas espécies. Há, ainda, os pisos vinílicos, geralmente fabricados de PVC, que, além da semelhança com a madeira, reúnem atrativos dos laminados, como a facilidade de instalar e limpar.

Separamos algumas imagens para você. Confira na galeria abaixo:

 

Fonte: Casa Abril

Receba bem os amigo em sua casa!

2 de junho de 2014 em Sem categoria

Reunir os amigos em casa é sempre um momento para celebrar e também caprichar na recepção. E como estamos às vésperas da Copa do Mundo,  selecionamos algumas dicas preciosas para você fazer bonito da entrada à sobremesa.

Amplie o espaço

Em dia de festa a decoração deve ser remanejada de forma que os convidados possam se mover livremente. Afaste a mesinha do centro, os móveis que ficam no meio do caminho podem ser empurrados para lados e lembre-se de retirar os tapetes para que ninguém tropece.

O que servir

Se for servir um almoço ou jantar, para a entrada, prefira a finger food – comidinhas que se comem com as mãos, em pé, sem necessidade de talheres. O prato principal, pode ser uma opção quente e que acompanhe com uma salada colorida de folhas e pedacinhos de frutas.

Já para aquele happy hour com os amigos para assistir aos jogos da seleção, o ideal é servir as mesmas comidinhas descomplicadas que podemos comer com as mãos tipo salgadinhos, batatinhas e pipoca. Basta dispor em bowls e saladeiras bem elegantes. Os sanduíches, torradas com patês, guacamole e os tradicionais mini salgados também são uma boa pedida.

Ainda existem os amantes do bom e velho churrasco e dos quitutes de boteco. Na verdade tudo funcionará de acordo com sua criatividade, espaço e disponibilidade de tempo para preparar o evento.

Acerte na quantidade:

Esses números são importantes para o sucesso do seu evento:
Para cada 10 pessoas disponha 14 pratos, 14 copos e 14 talheres.
Considere 10 a 15 canapés/mini salgados por pessoa.
Já entradinhas leves, reserve de 12 a 15 unidades por pessoa.
Cada 10 pessoas consomem 4 garrafas de água mineral e 5 litros de refrigerante.

Se a cerveja for a única bebida, de 3 a 6 latas por pessoa serão suficientes.

Para churrascos de média duração, prepare 300 gramas de carne por convidado. Se o evento for durar o dia inteiro, suba para 400 gramas. E não se esqueça dos acompanhamentos básicos: saladas, pães e legumes grelhados.

Sobremesas de sucesso

Para deixar o clima mais animado e a temperatura lá em cima, surpreenda com picolés. Docinhos mais práticos como por exemplo, o brigadeiro de colher, mousse e gelatina com enfeites e cores do Brasil darão todo o charme em sua recepção. Mas os doces mais elaborados como cupcakes também são bem-vindos.

 

Fonte: M de Mulher e Blog Sua Casa Sua Festa

Aposte no trio madeira, pele e couro em sua decoração!

26 de maio de 2014 em Dicas de Decoração

Aqueça sua casa nesse inverno com o trio madeira, pele e couro.

Assim como na moda, na decoração não é diferente: peles e pelúcias podem, sim, ser incorporadas aos ambientes da casa para deixar tudo no melhor estilo cozy - ambientes confortáveis, agradáveis e aconchegantes – o tipo de lugar onde você quer passar horas lendo um bom livro e saboreando um delicioso chocolate quente.

Seja de pele/pelo ou sintético, os tapetes são peça fundamental para dar uma “aquecida” em casa, especialmente os de pelo de ovelha são boas alternativas – nada melhor do que andar descalça sobre eles – assim como almofadas de pelúcia, que podem ou não ter estampas divertidas. Para completar o estilo rústico chic, móveis e piso de madeira e mobiliário de couro – poltronas e sofás com o aspecto de bem usado.

O melhor de tudo é que, além de estar na moda, o trio é atemporal e combinam com diversos estilos diferenciados.

O único problema? Depois de decorar seu ambiente com tudo isso, dificilmente você vai ter vontade de sair de casa… Então cerque-se de boas companhias e aproveite!

 

Fonte: M de Mulher