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E agora? Móveis sob medida ou planejados?

10 de março de 2014 em Dicas de Decoração, Dicas de Reforma

Apesar de parecerem significar a mesma coisa, eles não são. Cada um possui um significado bem diferente, influenciando em valor, qualidade e tempo de entrega desses móveis, o que se torna fundamental na hora da execução do projeto.

Os móveis feitos sob medidas são fabricados exatamente conforme as medidas, especificações, material e cores que o cliente ou o seus designer de interiores desejam.

Na maioria das vezes são feitos por marcenarias de pequeno á médio porte, onde o cliente tem total escolha sobre os acabamentos e ferragens que serão usadas no projeto. Como o projeto é feito por marcenarias é possível criar praticamente qualquer detalhe e obter praticamente 100% de aproveitamento do espaço de acordo com as necessidades do ambiente.

Já os móveis planejados, também conhecidos como móveis modulados, são produzidos industrialmente, e possuem uma certa limitação.

As lojas de móveis precisam adequar sua modulação conforme a necessidade do cliente. Em lojas de grande porte a modulação é bem ampla, sendo possível realizar praticamente qualquer projeto, porém em lojas menores o cliente precisa se adequar com as opções da empresa. Normalmente possuem um padrão de cores e acabamentos exclusivos e o cliente precisará optar entre as opções disponíveis em cada empresa. Isso vale também para as ferragens, cada empresa trabalha com uma marca especifica e não é possível escolher outra.

Eventualmente as empresas fazem algumas adaptações na modulação para se adequar ao projeto e nessa hora é necessário ficar de olho no acabamento realizado, pois como as peças são industrializadas, poderá haver diferenças.

 

As vantagens da marcenaria:

- O cliente determina todos os materiais que serão utilizados;

- Liberdade de formas, cores e detalhes;

- O projeto fica do tamanho exato, sem a necessidade de vistas de acabamento para fechar medidas;

- O valor muitas vezes acaba ficando mais em conta em relação aos móveis planejados.

e as desvantagens…

- Nem todas as marcenarias irão te apresentar um projeto em 3D;

- Por todo o processo ser manual, a execução do projeto poderá ser mais demorada;

- Formas de pagamento limitadas conforme a marcenaria.

 

As vantagens dos planejados:

- Em geral possuem um prazo de entrega menor do que as marcenarias, girando de 30 até 60 dias conforme a empresa;

- Rapidez na hora da montagem, pois os módulos vem prontos, basta montá-los;

- Garantia e assistência pós venda, algumas empresas oferecem até 5 anos de garantia total;

- Diversas formas de pagamento, inclusive com financiamentos.

E as desvantagens…

- Limitação de formas, cores e acabamentos;

- Valor agregado maior que de marcenarias;

- As linhas são trocadas todo ano, então as vezes você não encontrará mais o mesmo padrão na loja, caso necessite de um complemento no mesmo ambiente;

- O projeto precisa se adequar a modulação de cada empresa, e nem sempre sai exatamente como foi projetado;

- Diversas marcar com diversas qualidades de produto, preste atenção nos detalhes dos materiais e acabamentos.

 

As duas formas tem suas vantagens e desvantagens, e podem fazer projetos personalizados ao seu gosto e bolso, agora basta você analisar bem qual a sua necessidade e escolher. Não esqueça que independe de qual optar, das ferragens que serão utilizadas no projeto e os materiais usados na fabricação dos móveis podem possuir qualidades distintas, muitos usam o MDP para baratear seu valor final, deixando o MDF de lado.

Clique na imagem abaixo e fique atento as espessuras e densidades dos materiais.

 

Fonte: Casa Abril

Qual deve ser a medida mínima de uma ilha?

6 de março de 2014 em Dicas de Reforma

 

O tamanho da ilha não segue um padrão, mas, segundo os arquitetos e profissionais da área, a presença da ilha só se justifica se, além do fogão, ela comportar uma bancada de trabalho ao lado de pelo menos 50 cm de largura.

Ao adicionar uma ilha, você poderá reconfigurar o clássico triângulo (geladeira, fogão e pia), porque é o lugar ideal para manejar as bocas do fogão ou a pia principal, ou instalar uma segunda pia para uma segunda estação de trabalho. Se for instalados na ilha um fogão tipo “cooktop”, considere colocar prateleiras móveis ou gavetas abaixo do fogão para guardar potes e panelas.

Também não há um tamanho específico para que uma cozinha comporte uma ilha,  porém,vale ressaltar que a área deve permitir a circulação em torno dela mesma, com pelo menos 70 cm. Caso existam armários instalados em volta da ilha, a circulação confortável é de 1,10 m, pois assim existe espaço suficiente para abertura das portas.

Lembre-se de planejar a parte mecânica necessária para o funcionamento das bocas ou da pia no meio da cozinha. Para a pia você vai precisar de canos de água, e para o fogão um sistema de exaustão acima ou abaixo. Os encanamentos e o sistema de gás abaixo requerem abrir o chão.

 

Fonte: Decoração Cozinhas e Casa Abril

Granito, Corian, Silestone ou aço inox para a bancada da cozinha?

24 de fevereiro de 2014 em Dicas de Decoração, Dicas de Reforma

Vejas as vantagens e desvantagens de cada material!

Normalmente o preço acaba sendo o grande limitador de escolhas. Todos são materiais bons, mas Corian, Silestone e aço inox são um pouco mais caros, quando comprados a rocha ornamental brasileira. De fato, o granito, pedra abundante no Brasil, tem preços mais em conta, que variam até 750 reais o m². Já Corian e Silestone, que são importados, custam cerca de 1,5 mil reais o m². O aço inox vale mil reais o metro linear, em média.

Um quesito importante é a porosidade do material. Afinal, no tampo serão apoiados vários tipos de substâncias e alimentos e um material mais poroso pode absorver comida e bebida, dificultando sua limpeza. Nesse caso, o granito sai perdendo, pois ele tem de 0,1 a 0,3% de porosidade, enquanto Silestone vai de 0,01 a 0,02%. O aço inox e o Corian têm porosidade nula. Porém, o grau de absorção do granito é tão pequeno que não justifica abrir mão desse material.

O Silestone, uma pedra sintética, onde 93% de sua composição é quartzo, só não deve ficar em contato com calor acima de 250 ºC. A exposição direta ao sol também pode fazer a resina usada na fabricação descolorir. O Corian também pede cuidados com panelas quentes, pois o contato faz o material dilatar e até rachar.

Sujeitos a riscos, o Corian pode ser renovado pelo próprio usuário com uma bucha abrasiva. Já o aço inox deve ficar longe de qualquer produto abrasivo, já que sua principal desvantagem são os riscos.

Fonte: Casa Abril

Como deve ser a iluminação da cozinha?

17 de fevereiro de 2014 em Dicas de Decoração, Dicas de Reforma

Nas áreas de trabalho ( pia, fogão e ilha) a iluminação deve ser pontual – tipo de luz que cria um centro de interesse -, com spots de luz direcionados. Essas luzes pontuais devem ficar exatamente sobre a bancada de trabalho, pois quando mal posicionadas – atrás do usuário, por exemplo – poderá gerar sombras.

Já para as mesas de refeições, pode-se colocar um ponto de luz sobre ela na forma de pendente, plafond ou lâmpadas embutidas no forro. Nestes a iluminação deve ser acolhedora, combinando lâmpadas fluorescentes em alguns pontos e de incandescentes em outros.

O restante do ambiente pode ter uma luz mais geral ou difusa, para se distribuir luz por igual ao ambiente.

Veja algumas cozinhas aqui na galeria:

 

Fonte: Casa Abril

O que devo levar em consideração na hora de escolher a coifa?

10 de fevereiro de 2014 em Dicas de Decoração

Antes de mais nada, é preciso considerar o tamanho do fogão, pois a coifa deverá cobri-lo totalmente.

Em geral, para um fogão de seis bocas, a medida padrão das coifas é 90 cm de largura. A posição do fogão também conta. Existem modelos de parede e os que ficam sobre ilhas de trabalho, estes por sua vez, costumas custar mais caro.

Atente-se também para o uso, pois quem cozinha todos os dias ou faz muita fritura, o aconselhável é escolher uma coifa mais potente. Nesse caso, a potência tem a ver com a vazão, ou a capacidade de expelir os gases. Os níveis de vazão vão de 600 m³/h a 1 900 m³/h. As coifas sobre ilhas geralmente precisam ser mais potentes, pois ficam mais sujeitas à passagem de correntes de ar.

Detalhe: as coifas têm sua eficiência garantida quando instaladas entre 75 e 85 cm acima do fogão.

 

Fonte: Casa – Abril

Ilusão de ótica: Decore paredes e fachadas

3 de fevereiro de 2014 em Dicas de Decoração, Dicas de Reforma

Esta técnica de “enganar os olhos” entrou para a arquitetura com um nome francês – trompe l’oeil, porém bastante conhecida pelos antigos povos gregos e romanos, que faziam truques de camuflagem nas pinturas de paredes e fachadas para causar ilusões de ótica.

No Brasil, ela chegou na época do Império, feita por artistas europeus para decorar, principalmente, as fazendas. Aos poucos, a pintura ao estilo trompe l’oeil foi perdendo espaço por conta da tendência da decoração clean, porém, o clássico nunca é totalmente substituído.

 

Criar uma ilusão é a grande ideia dessa técnica, seja pela pintura de texturas, objetos, paisagens com profundidade, entre outros, de que ali há algo que na verdade não existe. Ela funciona muito bem em qualquer ambiente, permitindo a criação de pinturas únicas, um dos diferenciais exigidos pelos clientes. Para utilizar o trompe l’oeil, é preciso ter ideia do espaço a ser decorado, de suas dimensões e das ilustrações a serem usadas. Num  hall, por exemplo, é possível montar um projeto em volta das portas para fingir um sombreamento. Na sala de jantar, a pintura do mármore pode criar uma sensação fake de três dimensões.

Hoje, além da pintura, os papéis de parede também aderiram o conceito. Já é possível encontrar, ilustrações, desenhos e fotografias. Um dos cômodos em que a técnica cai muito bem é o quarto de crianças, pois esse espaço não precisa seguir moda, permite que as pinturas sejam atemporais, como ilustrações de desenhos de vários temas. Pintar o fundo de estantes também ajuda a criar o efeito de ilusão de ótica.

Quando se trata de uma ilustração, o trompe l’oeil é feito com um projetor, que lança a imagem na parede, ou pela técnica de quadriculamento, que tem um desenho em escala pequena e o amplia para a aplicação no forro. É um trabalho demorado, que pode levar até semanas para ser feito.

 

Fonte: Reforma Barata

Um guia para escolher tapetes

27 de janeiro de 2014 em Dicas de Decoração

Dada a enorme variedade de opções disponíveis, escolher tapetes para a sua casa pode ser um grande desafio. Com etiquetas de preços bastante dispares, fabricados artesanal ou industrialmente, assinados por uma conceituada marca ou designer, ainda há que decidir sobre qual material, textura, tamanho, formato, cor, quantidade, com ou sem padrão.

Veja gora um passo a passo para te ajudar a cobrir o chão da sua casa com muito estilo e conforto.

Decoração vs. Função

Além de somente decorativos, alguns que são verdadeiras “obras de arte” conferindo vida instantânea a qualquer espaço, os tapetes têm várias funções práticas: aquecem e são aconchegantes, escondem eventuais defeitos no chão, abafam ruído, protegem o chão de riscos, são fáceis de armazenar (ocupando pouco espaço), e também são fáceis de transportar para outra divisão ou outra casa, na hora da mudança.

Chão de eleição

O local onde o tapete é destinado vai influenciar muito a sua escolha. Cada chão deve ser vestido conforme a utilização do espaço em questão.

Exemplo: Colocar um tapete persa muito caro no quarto de brincar dos pequenos não será o mais indicado; o mesmo se pode dizer, por exemplo, sobre um tapete com pelo na cozinha. Para locais como a cozinha ou a casa de banho – que têm grande movimento e sujam-se facilmente – deve-se escolher tapetes de fácil manutenção, ou seja, que podem ser lavados na máquina e pouco grossos, para secarem depressa.

Formatar os tapetes

Para além dos tradicionais tapetes quadrados e retangulares, os tapetes redondos e ovais têm ganha cada vez mais destaque enquanto peça de decoração que, estrategicamente pousada no chão, tem um resultado surpreendente. Igualmente inovadores são os runners, tapetes estreitos e compridos para animar espaços mais comprimidos. Experimente vestir o seu chão com formatos originais!

Cores no chão

Elemento chave de qualquer ambiente, as cores dos tapetes devem estar de acordo com a restante decoração, ou seja, devem conter pelo menos uma das cores neutras presentes nas paredes ou nos têxteis da divisão. Obviamente que, dependendo da sua localização, os tapetes claros vão sujar-se mais fácil e frequentemente do que tapetes escuros e isto é importante ter em conta uma vez que os tapetes nem sempre são práticos, nem baratos de limpar. No entanto, a opção por determinado tom tem ainda outras vantagens: um tapete escuro pode funcionar como um excelente ponto focal, ora num espaço de grandes dimensões, ora num espaço com detalhes arquitetônicos menos agradáveis; um tapete claro, por sua vez, cria a ilusão de espaço.

Padrões perfeitos

Tapetes com padrões são uma delícia para qualquer chão – não tenha receio de escolher tapetes padronizados (geométricos, orientais, florais) em vez de lisos ou então de combinar os dois. No entanto, o ideal é não ultrapassar os dois padrões por divisão e, mesmo assim, é necessário criar um equilíbrio estético: se o sofá tiver um pequeno padrão floral, pode optar por um tapete com um padrão maior; se as cortinas ou outros têxteis ostentarem padrões de grandes dimensões, o padrão do tapete deve ser menor. Por outro lado, um tapete com um desenho central só funcionará num espaço onde a mobília pode estar disposta em torno do mesmo ou sob uma mesa de vidro, por exemplo. A escolha de determinado padrão também tem outras particularidades: um tapete com riscas horizontais vai fazer uma divisão estreita parecer mais larga.

Dimensões e Quantidade

Atualmente, não é difícil adquirir um tapete com medidas personalizadas, no entanto, saiba que para determinar o tamanho máximo que um tapete possa ter numa determinada divisão, deve existir pelo menos 91 cm em toda a volta, criando assim uma espécie de moldura entre o tapete e as paredes. No caso da sala de jantar, certifique-se que o tapete é maior que a mesa, para que as respectivas cadeiras possam repousar sobre ele, mesmo quando puxadas para trás. Por exemplo, uma mesa para 12 pessoas requer um tapete de, pelo menos 4 x 3 metros, enquanto uma mesa para 8-10 pessoas já pede um tapete mais pequeno (3 x 2,5 metros). Em termos de quantidade, dois ou mais tapetes numa única divisão são perfeitos para criar espaços distintos (sala de estar e sala de jantar quando estão na mesma divisão; espaço de dormir e espaço de trabalho no quarto de um adolescente, por exemplo), para definir as áreas de passagem e agrupar diferentes peças de mobília que possam parecer dispersas.

Tendências

Embora não existam modelos certos e errados, mas sim tapetes clássicos e contemporâneos, a verdade é que também estas peças decorativas são alvo das tendências e as atuais apontam para:

  • Tapetes de feltro
  • Tapetes produzidos com materiais naturais
  • Tapetes com texturas profundas e apelativas ao toque (de pés e mãos)
  • Cores sóbrias, mas padrões vivos (geométricos e tradicionais)
  • Tapetes com formatos irregulares
  • Tapetes com fibras acetinadas para um brilho espetacular vindo do chão
  • Tapetes de sisal (com novas texturas, padrões e bordas coloridas)
  • Tapetes finos
  • Menos uso dos tapetes com pelo e/ou despenteados

 

Fonte: Eu Decoro

Dicas de conservação de móveis

20 de janeiro de 2014 em Dicas de Conservação

Separamos algumas dicas e informações de limpeza e conservação adequadas a cada tipo de material utilizado para que você possa manter o seu móvel conservado por muito mais tempo.

Madeira

Envernizados, tingidos.

Limpeza: retirar o pó com flanela seca ou pano branco e macio, levemente umedecidos com água. Secar em seguida.
Não fazer uso de óleos, ceras e produtos químicos ou abrasivos, pois poderão manchar e até mesmo danificar a superfície do móvel.

Puxadores

Ferro, Zamac, Alumínio.

Limpeza: retirar o pó com pano macio, seco ou levemente umedecido com água e detergente neutro. Deve-se evitar qualquer tipo de fricção na peça. Não é recomendável o uso de materiais abrasivos como esponjas de aço, produtos químicos e à base de álcool, pois podem danificar as peças.

Eucalipto

Para ambientes externos

Sugerimos alguns cuidados para maior durabilidade do seu móvel:
- De tempos em tempos, reapertar os parafusos.
- Sempre que possível recolher os móveis para locais protegidos do sol e da chuva
Para manter o seu móvel bonito por mais tempo, recomenda-se aplicar o  um impregnante apropriado  após os primeiros seis meses de uso e depois anualmente. Você mesmo pode fazê-lo, veja como:
- Limpe o móvel com um pano umedecido com água e sabão neutro;
- Depois de seco, avalie a superfície da madeira, se for necessário lixe-o com uma lixa fina;
- Aplique o impregnante com um pincel, e depois com um pano seco retire o excesso.

Vidros

Incolor, colorido, acetinado ou jateado.

Limpeza: limpar com pano branco e macio umedecido com álcool, fazendo movimentos circulares. Não utilizar produtos químicos, abrasivos ou que contenham solventes.

Cuidados: vidros jateados ou com acabamentos jateados devem ser utilizados com a face fosca para baixo. Evitar batidas, principalmente nas bordas, pois são pontos frágeis mesmo em vidros temperados. Não apoiar objetos quentes ou gelados diretamente ao tampo.

 

Fonte: Meu móvel de madeira

Confira algumas dicas para escolher a mesa de jantar ideal para o seu ambiente

13 de janeiro de 2014 em Dicas de Decoração

Ela é o centro das atenções na sala. É onde você vai compartilhar ótimos momentos e deliciosas refeições com pessoas importantes da sua vida. Por ser um móvel grande, geralmente leva muito da personalidade do morador e pode ser de madeira, aço, ferro, vidro ou qualquer outro material.

E se você ainda o sabe como escolher o melhor modelo para o seu ambiente, separamos umas dicas importantes para não se arrepender na hora da compra.

Atenção para o espaço de circulação

De nada adianta escolher uma mesa imensa se você tem 3 metros quadrados como espaço. Além de precisar de espaço livre para a movimentação das cadeiras, a mesa também não pode interromper a circulação das pessoas. Passar de um ambiente para outro se encolhendo pelos cantos é desconfortável e nada elegante. O ideal é que haja uma distância de um metro entre a mesa e a parede ou outro móvel e no mínimo 70cm para circulação.

Quadrada ou redonda?

Aí vai de cada um, a mesa redonda transmite um pouco mais de ousadia e contemporaneidade, enquanto a quadrada imprime mais sobriedade e elegância. As mesas redondas e ovais são bacanas porque privilegiam o espaço, dando mais circulação na suas laterais. As quadradas e retangulares são mais indicadas para famílias maiores.

O material

Se o apartamento ou casa seguir um estilo mais descolado, a mesa de jantar pode seguir a mesma linha, dando unidade à decoração. Mesas de madeira de demolição estão super em alta e, mesmo que custem um pouquinho mais, são certas para durarem por muitos e muitos anos. Tampos de vidro não são muito indicados para quem tem criança pequena. Acabamentos modernos como a pintura em laca também ficam bem bacanas para quem opta por um móvel colorido e que tem mais função decorativa do que funcional.

Enquadramento

Hoje em dia, grande parte dos imóveis têm os dois ambientes da sala integrados, o que dá mais sensação de amplitude. A mesa poderá ser posicionada no canto ou no centro do ambiente, até mesmo encostada na parede. Isso depende do layout da sua casa e da proposta que você desenvolveu.

Quantos lugares?

A mesa de jantar nunca deve ser pensada exclusivamente para quem mora na casa ou no apartamento. Pensando em um casal ou um apartamento de solteiro, uma mesa de quatro lugares já supre bem as necessidades. Já uma família de 4 pessoas exige pelo menos uma mesa de seis lugares.

E as cadeiras?

Tenha em mente de que cadeiras sem braços (poltronas) são as melhores opções para quem não tem espaço a ser desperdiçado. Os braços limitam o movimento das pessoas também. E também já está ultrapassada a ideia de que cadeiras e mesa precisam ser da mesma cor, do mesmo material. Quem quiser um pouco mais de descontração no ambiente pode usar cada cadeira de uma cor, estilos e materiais diferentes, acrílico, madeira, ferro. O que vale é a criatividade!

 

Fonte: Blog Vinicius de Mello

A pia perfeita para a sua cozinha

6 de janeiro de 2014 em Dicas de Decoração, Dicas de Reforma

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Você já parou pra pensar que na hora de escolher os móveis de casa alguns detalhes, além da beleza e do preço, também são muito importantes?

E na cozinha, a escolha da pia é o exemplo perfeito disso. Lavar louça já não é a tarefa mais gostosa do mundo e nada pior do que ficar com dor nas costas porque a pia é muito baixa ou ter que fazer malabarismo pra lavar a panela de pressão, pois a torneira é muito próxima da cuba.

Em um mundo perfeito, o ideal seria ter uma pia para a altura de cada um que use a pia como você pode ver na tabelinha. Isso é possível para quem mora sozinho, mas fica muito complicado no caso de uma família grande.

Para evitar problemas, a altura padrão dos balcões de pia ficam entre 85 e 93cm do chão. Permitindo o uso de maneira confortável para os usuários que tem uma altura dentro do padrão.

Mas além da altura do balcão da pia, outras medidas devem ser levadas em consideração como a distância entre a torneira e a bancada, que deve ser de 20cm. Sendo que as cubas tem em torno de 15cm de profundidade, ficam 35cm para lavar a louça sem maiores problemas.

Mas cuidado para não bater a cabeça nos armários superiores. Os armários aéreos sobre a pia devem estar de 45 a 70 cm de altura da bancada e devem ter profundidade de no máximo 35cm para evitar bater a cabeça.

A cozinha perfeita é bonita, mas também é ergonômica e funcional!

 

Fonte: KD – Blog de Decoração